sexta-feira, 15 de julho de 2011

PELOTÃO DO XEREM – Alguns lances da nossa festa de Sabado de Jantar Dançante.

Sabendo que o Coronel MONTENEGRO faria de tudo para oferecer grande recepção a nós do BATALHÃO DA SAUDADE , tratamos de por a "mufa" para funcionar e inventar uns modos de tornar mais descontraída uma festa que já sabíamos que seria de primeira. Então, o Companheiro MOURA, Presidente dos  AAEBC (ALCOÓLICOS ANONIMOS E BEBADOS CONHECIDOS) deu um jeito de encomendar a um conceituado alambique e produtor de genuína caninha pura e envelhecida  da sua cidade e levar para Brasília e oferecer aos anfitriões e amigos um exemplar da boa lembrança etílica. Vários amigos foram contemplados, desde o atual Comandante, o ex-Comandante, o Ex-ex-ex comandante, hoje General, o Presidente do BS, o nosso general colunista de blogs, o Tenente da recepção, o sub-tenente que nos representa lá no BGP e rapidamente responde a nossos e-mails, o velho capitão, memória viva dos primeiros momentos do BGP em Brasília (Alô Bolivar, aquele abraço!).Até o chefe dos cominhos, garçons e serviçais do serviço de bar do Recanto também levou sua lembrança. Foi Cana pros Generais (3), Cana pros Coronéis, Cana para o Tenente Jaime, Cana para o Flosi.
Também o Moura e o Xerém lembraram que no Encontro de Ibitinga, a artista que expôs seus trabalhos no hall de entrada do CBI foi bem vista e reconhecida pelo grande publico que àquele local compareceu. Então resolvemos confeccionar uma bela tela , com motivos atinentes ao tema de então, BS e BGP. E a artista compôs a bela tela que foi oferecida ao Cel. Comandante para que desse o devido destino de seu gosto a ela.Vai ficar eternizada em alguma das seções do BGP.
E como desgraça pouca é bobagem,  uma espicaçada nos queridos companheiros PAINA e SABIÁ, que na manhã do dia anterior foram perdoados de suas punições e, por cima, ainda receberam um certificado de Amigos do BGP.Para o tradicional MORDE e ASSOPRA, fizemos o oposto. SOPRAMOS depois MORDEMOS e o Coronel, com nossas informações à mão, resolveu cobrar dos mesmos as explicações de como certas coisas estranhas ocorriam nos tempos em eles serviram.  Foi hilário ver aqueles respeitáveis senhores terem que se explicar à comunidade como e porque ocorriam aquelas certas coisas. Gaguejaram, tossiram, suaram mas deixaram em panos (faixas e ataduras) limpos a situação. Foi coisa para se rir. E tudo terminou em cerveja, refrigerante, muito som e alegria. Afinal, estávamos em Brasília! Fiquem ligados nas telas do nosso blog, outras histórias como esta poderão pintar na área.
 XEREM-11/JULHO/2011










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